".... e... tudo pode mudar... De repente!"

Quase sempre... idealizamos a nossa vida. Seja em que altura for... a nossa vida tem e deve de seguir "parâmetros"... consideramos sempre o que os outros fazem... o que a sociedade teima em ser o ideal... para cada ser humano que passe a traçar a sua vida.
Nascemos, Crescemos, Juntamos "almas"...deixamos descendência... e Morremos.
A cada intervalo entre todos os nossos passos.... sentimos... tem de ser assim. Acatamos a responsabilidade da nossa sociedade... acatamos o nosso destino... e... seguindo regras e "obrigações"... lá estamos nós...
A obrigar-nos....
Como sempre... eu digo o que sinto.Nesses intervalos, nesses patamares "normais"... omos confrontados com tudo. Doenças, Mortes, Mudanças de terras por inúmeras razões, Casas, vidas... que se proporcionam de modo diferente daquele ideal... que havemos dito à sociedade que o cumpriríamos. Bem ou mal... sinceramente? Optamos, na vida... face sempre ao pior. Face a um problema que temos na vida... e, na necessidade mudamos, reajustamos as velas do destino... e, tomamos decisões... sem pensar... em mais nada!
Mudamos porque as circuntâncias piores da vida assim... nos Obrigam.
Tudo tem um lado esquisito! Faz-me confusão e sinto-me impotente! Mudamos tudo... readaptamo-nos à desgraça... ao infurtúnio... e, nenhum de nós tem a coragem de dizer o que sente...
Nenhum de nós... tem capacidade de mudar, de se reorganizar... face ao que nos é destinado... na felicidade que nos prometemos.
Mas... tudo pode mudar... de repente... vemos que a vida nos passa... que antes da dita desgraça voltar a cruzar o nosso caminho... precisamos de optar pela felicidade.
Eu... organizei a minha vida... com todas as opções normais que cada um tem... face à "normalidade" de uma vida em sociedade.
Eu... Amo a minha vida... da forma que fui capaz de a ter. Arrependo-me... de ter tomado decisões... nas dificuldades... não daquelas que decidi... pela felicidade... de eu... poder ser.... Eu. Todo o ser humano... tem a capacidade de se adaptar, de encontrar formas de camuflar a felicidade... e, assim ser hipoteticamente... Feliz.
... e... tudo pode mudar... de repente!
As nossas decisões... dependem muito da vida a que estamos destinados. Por vezes, não aceitamos o nosso destino. Por vezes, aceitamos aceitar... os outros... com sonhos... com... mudanças próprias da vida... Sabemos. Porque sim... sabemos que nos adaptamos à mudança.... e tudo faremos para concretizar uma felicidade... plena, ou não... aceitamos.
Segui muitas vezes os sonhos de quem quis passar pela minha vida. Poucas vezes, decidi fosse o que fosse... a pensar em mim. E... ainda levo patada! Porque eu... eu... deveria sempre ser a minha primeira opção! Segundo dizem... a minha prioridade devo ser Eu... mas, ninguém pergunta... que sonhos, que vida de mim própria eu tenho de abdicar... para me fazerem feliz.
No fundo... nunca há uma escolha... para mim. Há sempre quem me queira ver feliz... felizmente tenho muitas pessoas na vida... que me querem feliz. Mas, há tantas soluções que me colocam... faz assim, faz assado... se estivesses... se viesses... se ficasses... se... mudasses... etc etc.
Eu, nunca perco muito tempo em decisões dificeis... Quando digo que estou a pensar... à partida, já me decidi faz tempo!
O meu coração... não perde tempo. Há razões que não me significam nada.
Há coisas... as melhores da vida... não podemos deixar nas mãos dos outros.
Perder sonhos? Arranjo logo outros tantos para sonhar... Eu desenho a minha vida. Não a sociedade... não as regras... porque sempre que as segui... me arrependi.
Há ou não na vida... gente... que...nos percebe? Gente que faz.... que nos mostra que sim... o "nosso" coração decide... está decidido. Os sonhos passam a ser... "nossos"... não de alguém.
A felicidade... pode mudar também a nossa vida.
A que preço? O que abdicamos? Que sonhos podemos reinventar?
Depende do amor à vida que temos.... e... tudo pode mudar... de repente!
Exista certeza.
Como a encontram?
Se não forem os únicos a abdicar e aceitar.
Não façam o que a vida nos obriga.
A minha maior mágoa... é... ser eu... a decidir com o coração... com todos a obrigar a uma razão.
Mas, afinal... é a minha vida.
E... a vossa? Seria eu... alguém tão importante... para não me darem motivos para decidir?
Porque amo Frank Sinatra... mas, amo quem mais sente.... assim...


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