O que me define é a minha essência…

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****Texto Editado por Pi Sousa Pires


A quantidade de vezes que as pessoas teimam em falar de mim!… A quantidade de vezes que há quem pretenda ter uma opinião acerca de mim!… E é um olhar sobre mim… que, por vezes — e ainda por cima — é maléfico! Mas, às vezes, até é bondoso, carinhoso… ui… aí, penso que até já morri e… nem sei!!!


Mas, sim… é claro que é bom saber que há pessoas que gostam de mim!… Que olham para mim… que têm alguma coisa a dizer sobre mim… é sinal de que — de uma forma ou de outra — eu vivo nelas!… Que eu inspiro algo de bom em cada uma delas. Esse é o meu mais profundo propósito na vida: inspirar outras pessoas.  


Mas, o que me define é, sobretudo, a minha essência e não a opinião das pessoas. A minha essência… isso sim, é o que coordena todos os sentimentos e é a partir dela que as pessoas fundamentam a opinião que possam ter sobre nós. Há quem me veja de maneira límpida e, esses, conseguem manter comigo uma ligação que verdadeiramente me sustenta e me induz a ser de cada vez mais e mais melhor na minha essência, nos meus valores e na certeza de que serei sempre melhor, porque há imensas pessoas que me veem como realmente sou.


A nossa verdade é apoiada claramente por quem não emite uma opinião, por quem não faz juízos de valor acerca de nós… mas que nos aceita tal e qual como somos.


Quem emite uma opinião sobre nós… está claramente a pretender julgar os nossos defeitos ou… porque, ao querem ter opinião, é porque, na vida deles próprios, não conseguem sustentar a sua própria essência. Que precisam de nós para se sobressaírem… para se manterem ativos e ocupados.


A maior parte das vezes, são pessoas infelizes que… não sabem viver os outros. Que necessitam da aprovação de alguém… testando a opinião sobre mim… conseguem obter do outro mais uma opinião… e assim… vai indo a capacidade de sustentar as inverdades acerca das pessoas… — neste caso, acerca de mim.


Quando alguém quiser saber seja o que for acerca de mim… de como eu «realmente» sou… por que não testa as minhas atitudes? Por que não convive com a minha essência? Porque é que tem de perguntar a alguém quem eu sou ou… como eu sou? Mas… que opinião podem ter, acerca de mim, algumas pessoas???… Se elas próprias não me querem conhecer!… E preferem manter uma opinião completamente errada acerca de mim!…  


Que merda de gente que não consegue conhecer os outros sem que tenham antes de tirar nabos da púcara!… e, sobretudo, junto das pessoas erradas!…


Sabem?… Há pessoas que até têm medo de se chegar a mim. Felizmente… que chego a assustar algumas delas. Porque não tenho paciência para egos, para sorrisos emprestados… para gente que nem sequer sabe o que é ser-se genuíno!!! Felizmente, essas têm uma opinião sobre mim… e, eu… que incomodada que fico com isso!… Quanto mais afastadas fiquem de mim… mais eu me sinto feliz com a minha própria essência!!!  


Deixem-me… sim… na minha essência, na minha educação — que foi tão imensamente mais humana do que a vossa — seus grandes ingratos, com a mania que têm opiniões!…


Se ao menos se preocupassem em se conhecerem a si próprios!…  


Que desumanidade… esta gente… pretender emitir uma opinião!… Mas, uma opinião acerca de mim?!… Cruzes, credo!…


Sabem lá eles o que é a vida!… Se a vivessem na sua essência, não precisariam de emitir opiniões acerca dos outros… e muito menos acerca de mim…


O que me define é a minha própria essência… e não a opinião de «certas» pessoas.


Não é para todos… saber compreender… saber aceitar… tal como é… quem vive connosco o dia-a-dia… com todas as suas fragilidades… os seus defeitos… e… as suas virtudes!…


Simplesmente, ser-se… só porque se é!… mesmo… genuíno!…


 

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